Autoridade da oposição síria diz que trégua caminha para "anulação", segundo TV

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

29 de fevereiro de 2016.

Uma autoridade da oposição da Síria disse que a frágil cessação das hostilidades que entrou em vigor no sábado caminha para uma "anulação completa" por causa de ataques do governo que ele afirma terem violado o acordo concebido por Estados Unidos e Rússia.

Os países que apóiam o processo de paz da Síria vão se reunir às 15h desta segunda-feira em Genebra (horário local), e a França exigiu informações sobre os ataques que teriam violado a cessação das hostilidades.

Asaad al-Zoubi, chefe da delegação do oposicionista Comitê de Alta Negociação, que tem apoio da Arábia Saudita, disse que a trégua desmoronou antes de começar, segundo relatou a rede de televisão Al Arabiya.

"Não estamos diante de uma violação da trégua... estamos diante de uma anulação completa", afirmou, acrescentando que "temos alternativas para proteger nosso povo" se a comunidade internacional não puder fazê-lo.

"Acredito que a comunidade internacional fracassou totalmente em todos seus experimentos, e que precisa adotar medidas reais e práticas em relação ao regime", disse Zoubi, sem entrar em detalhes.

Ele acrescentou não haver "indicadores" de que se esteja preparando conversas de paz, que a Organização das Nações Unidas (ONU) disse pretender retomar no dia 7 de março.

As conversas do início de fevereiro em Genebra desandaram antes mesmo de começarem, já que os rebeldes afirmaram não poderem negociar enquanto estivessem sendo bombardeados.

Desde que a cessação das hostilidades entrou em vigor, aviões de guerra do governo sírio e de Moscou alvejaram áreas em várias províncias do oeste da Síria, de acordo com monitores do conflito. No sábado, uma fonte militar síria disse que o Exército não cometeu nenhuma violação.

A mídia estatal da Síria disse que grupos armados dispararam dezenas de tiros de morteiro na província de Latakia no domingo, mas rebeldes da área negaram os relatos.

Fonte: Reuters.

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