Ataque atingiu principal base iraniana perto de Damasco, diz insurgente

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

14 de abril de 2018.

 

O bombardeio realizado por Estados Unidos, Reino Unido e França na Síria atingiu a principal base do Irã no país árabe, que fica perto de Damasco, afirmou neste sábado à Agência Efe o general rebelde Ahmad Rahal.

Em entrevista por telefone, o integrante do Exército Livre Sírio (ELS), que recebe apoio dos EUA, explicou que o bombardeio teve, entre outros alvos, "o centro iraniano de Zuyaizin, próximo do aeroporto internacional de Damasco".

O Irã é um dos principais aliados internacionais do governo sírio, junto com a Rússia.

Rahal, que é desertor das forças armadas sírias, contou que o ataque também teve como alvo bases do grupo xiita libanês Hezbollah, que colabora com as tropas governamentais sírias.

"Foram atacados vários aeroportos militares como os de Al Dumair, Mezzeh e o de Hama, que estavam vazios porque tanto o regime como seus aliados os tinham evacuado nos últimos dias", declarou.

O Pentágono informou ontem à noite que a ofensiva americana, francesa e britânica consistiu em três ataques a instalações utilizadas para a produção e armazenagem de armas químicas na Síria.

O primeiro dos ataques, perto de Damasco, teve como alvo um centro de pesquisas científicas utilizado, segundo o chefe do Estado Maior Conjunto dos EUA, general Joseph Dunford, para "pesquisa, desenvolvimento, produção e testes de armas químicas e biológicas".

O segundo alvo foi um deposito de armas químicas a oeste de Homs, onde, de acordo com Dunford, eram armazenadas as principais reservas de gás sarin em poder do governo de Assad.

Além disso, foi atacado outro centro de armazenamento de armas químicas e um "grande centro de comando" perto do segundo alvo, a oeste de Homs.

A ofensiva foi em represália ao suposto ataque químico denunciado no fim de semana passado a uma área sob controle de opositores de Assad e próxima à capital síria, pelo qual Washington acusou o governo sírio.

Fonte: EFE

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