Armas químicas: Moscou e Pequim querem mais controle sobre Iraque e Turquia

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

14 de abril de 2016.

 

Rússia e China propuseram uma projeto de resolução ao Conselho de Segurança, nesta quarta-feira, com o objetivo de impedir a aquisição de armas químicas por parte de grupos extremistas nos países vizinhos da Síria, como Iraque e Turquia.

O embaixador russo na organização, Vitaly Churkin, disse que a proposta busca "preencher as lacunas" das resoluções já aprovadas pelo Conselho sobre este tema.

O Conselho de Segurança obrigou o governo sírio a destruir seu arsenal químico e criou um mecanismo de investigação (o Joint Investigative Mechanism, JIM) para denunciar os responsáveis por ataques químicos na Síria.

Churkin afirmou, porém, que "vários informes indicam que grupos terroristas poderiam fabricar armas químicas e se preparar para usá-las".

Citado pelo embaixador, o projeto de resolução sino-russo "reafirma que os países-membros e, sobretudo, os vizinhos da Síria, devem apontar imediatamente (ao Conselho de Segurança e ao JIM) qualquer atividade realizada por atores não estatais que tenda a preparar, adquirir, fabricar, possuir, transportar, transferir, ou utilizar armas químicas" e seus vetores.

Este mecanismo de investigação começou seu trabalho na Síria. Seu mandato está limitado ao território sírio.

A ampliação desse mandato é "necessária e pode servir para dissuadir", disse Churkin à imprensa.

Fonte: AFP.

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