Argentina leva a ONU mal-estar por exercício militar do Reino Unido nas Malvinas

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

14 de outubro de 2016.

 

A Argentina entrou nesta sexta-feira com uma representação na Secretaria-Geral da ONU para contestar o anúncio feito pelo Reino Unido, que disse que irá realizar exercícios militares nas Ilhas Malvinas, cuja soberania é exercida pelos britânicos e reivindicada históricamente por Buenos Aires.

A informação foi confirmada pelo vice-chanceler da Argentina, Carlos Foradori, que anunciou a entrega de uma "enérgica nota de protesto" ao embaixador do Reino Unido em Buenos Aires, Mark Kent, em "virtude destas manobras militares anunciadas".

"Basicamente manifestamos nosso desagrado por essa situação", explicou Foradori, confirmando que a situação foi levada à ONU.

Mais cedo, o Ministério das Relações Exteriores e Culto da Argentinha tinha divulgado uma nota assinalando que o governo do país exigiu que o Reino Unido se "abstenha" de realizar os exercícios militares anunciados em "território argentino ilegitimamente ocupado" pelos britânicos.

"São manobras que têm sido realizadas há aproxidamente 20 anos, quase anualmente. Em alguns casos houve mais de uma por ano. De todas as formas, enviamos uma correspondente nota de protesto. Desta vez, o que fizemos foi entregá-la nas mãos do embaixador do Reino Unido", explicou o vice-chanceler da Argentina.

No entanto, fontes do governo britânico disseram hoje à Agência Efe que as operações militares são rotineiras e realizadas nas Malvinas duas ao ano. Elas incluem lançamentos de mísseis de curto alcance projetados para proteger a base aérea da ilha. 

Fonte: EFE.

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