Arábia Saudita posiciona forças militares na Turquia para bombardear a Síria

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

26 de fevereiro de 2016.

Um grupo de 30 militares da Força Aérea da Arábia Saudita chegou, junto com equipamentos e a bordo de dois aviões C-130 Hercules, à base aérea de Incirlik, no sul da Turquia, para tomar parte na coalizão antiterrorista liderada pelos EUA na Síria, segundo relata a mídia turca nesta sexta-feira (26).

De acordo com o jornal turco Daily Sabah, esta é a primeira vez que um país que não faz parte da OTAN posiciona forças militares em Incirlik desde que a base entrou em serviço, em 1955.

​Ontem (25), em entrevista coletiva com a mesa de editores da agência de notícias turca Anadolu, o chanceler turco, Mevlut Cavusoglu, também dissera que seu país esperava a chegada iminente de quatro caças sauditas F-15 que, supostamente, se unirão à campanha aérea internacional contra o movimento jihadista Daesh (também conhecido como Estado Islâmico) na Síria.

Operada conjuntamente pelas Forças Aéreas dos EUA na Europa e pela Força Aérea da Turquia, a base de Incirlik se localiza na província meridional turca de Adana, a cerca de 100km da fronteira com a Síria, e tem sido usada por forças dos EUA e da OTAN no contexto de vários conflitos regionais desde que foi criada. 

Em 23 de julho do ano passado, Ancara chegou a um acordo com o governo dos EUA para permitir o uso de Incirlik como base para as forças aéreas da coalizão internacional liderada por Washington contra o Daesh, como parte de um plano de ação conjunta no norte da Síria.

No início de fevereiro, a Arábia Saudita também anunciou que estava pronta para enviar tropas terrestres para lutar contra o grupo terrorista na Síria, caso recebesse um pedido da coalizão. 

Além disso, no último dia 13, Cavusoglu disse que se houvesse uma estratégia comum, Ancara e Riad poderiam lançar uma operação terrestre no país vizinho, que já está em seu quinto ano de devastadora guerra civil. Tanto a Turquia quanto a Arábia Saudita apoiam forças rebeldes que querem depor o presidente sírio Bashar Assad.

Fonte: Sputnik.

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