Após inesperada vitória de Trump, principais potências analisam futuros cenários. Jogos de guerras não param!

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

11 de novembro de 2016.

Após a inesperada vitória do bilionário Donald Trump para presidente dos Estados Unidos, as principais potências analisam o possíveis cenários futuros, tendo uma das principais preocupações a Rússia.

Nos últimos anos o mundo viu o fortalecimento russo na arena internacional, consequentemente, com objetivos diferente das potências ocidentais,  as tensões se elevaram a tal nível que parece ser iminente a confrontação direta entre ocidente e Rússia.

Durante sua caminhada até a Casa Branca, Trump apresentou ideias opostas do governo de Barack Obama em relação a Rússia, sinalizando que Trump terão os russos como aliados de seu governo, amenizando as tensões futuras entre EUA e Rússia.

A Europa entretanto não viu com bons olhos o possível posicionamento de Donald Trump em relação a Rússia, e após três dias do resultado presidencial americano, já começa a analisar cenários futuros, continuando com seus jogos de guerras.

Na última quinta-feira, 10/11, o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, pediu que Donald Trump, que durante sua campanha eleitoral criticou duramente a OTAN e disse que vai rever as relações entre EUA e países da OTAN, esclareça seu posicionamento futuro perante a OTAN, demonstrando a necessidade de traçar planos para os diversos possível cenários futuros.

Já a ministra da Defesa da Alemanha, Ursula von der Leyen, disse que Trump deve se posicionar firme com relação à Rússia e apresentar se defende o lado da verdade, da ordem global e democracia ou não. Segundo a Ursula, a Rússia e o Ocidente apresenta posturas contraditórias no cenário global, como por exemplo a reunificação da Crimeia e a guerra civil síria.

Jogos de Guerras

Enquanto os líderes globais ponderam os efeitos da vitória de Trump, os jogos de guerras continuam sendo realizados.

A força aérea dos Estados Unidos comunicou que pretende fabricar cerca de 400 novos mísseis nucleares intercontinentais de última geração para modernizar o atual arsenal de mísseis nucleares com o objetivo de “salvar milhões de vidas”, já que evitaria guerras de grande escala com outras potências nucleares.

No mar Báltico, aviões da Força Aérea dos EUA se aproximaram da fronteira com a Rússia para observar as ações russas.

Grã-Bretanha e Noruega, aliadas OTAN, entraram em acordo na última quinta-feira, 10/11, para reforçar a cooperação de defesa entre ambos países, que incluirão vigilância marítima e exercícios militares em conjunto. Fica subentendido que este acordo se refere ao potencial russo contra os países em um momento próximo.

Enquanto o mundo tenta entender Donald Trump, o atual governo dos EUA continuam no poder até o final de dezembro. Nestes meses de novembro e dezembro muitos acontecimentos podem vir a tona, inclusive a mudança do excêntrico bilionário Trump para o ponderado e moderado presidente dos EUA Trump.

Fonte: QG GLOBAL

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