Inundações na Louisiana deixam pelo menos 13 mortos, no pior desastre natural dos EUA desde furacão Sandy

"...e grandes sinais do céu." Lucas 21:11

20 de agosto de 2016.

 

As inundações no Estado norte-americano da Louisiana, que começaram no fim de semana passado e já foram classificadas como pior desastre natural do país desde o furacão Sandy, já deixaram pelo menos 13 mortos e danificaram mais de 40 mil lares, informaram as autoridades locais na quinta-feira (18/08). Até o momento, além dos mortos e dos imóveis danificados ou destruídos, cerca de 30 mil pessoas precisaram ser resgatadas, quatro mil estão em abrigos e mais de 86 mil pediram assistência federal.

Segundo a organização internacional Cruz Vermelha, as inundações são o pior desastre natural desde o furacão Sandy, que atingiu o nordeste dos EUA em 2012, matando 110 pessoas. Cuba, Haiti, Jamaica, Bahamas, Canadá e República Dominicana também foram atingidos.

O secretário de Segurança Interna dos EUA, Jeh Johnson, visitou o Louisiana na quinta e prometeu que o governo federal ajudará os prejudicados pelo desastre natural. 

“Nossos corações estão partidos, mas nossa fé é forte. O governo federal está aqui. Nós já estivemos aqui. Nós continuaremos aqui pelo tempo que a comunidade precisar para se recuperar”, disse Johnson em pronunciamento. O presidente do país, Barack Obama, no entanto, ainda não foi à região.

Segundo a Casa Branca, Obama instruiu a Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (FEMA, sigla em inglês) a “usar todos os recursos disponíveis para assistir na resposta e recuperação [ao desastre]”.

A decisão do mandatário foi defendida pelo governador do Louisiana, o democrata John Bel Edwards, que afirmou que, se Obama decidisse fazer uma visita, o Estado teria de deslocar forças de segurança e resgate, que poderiam estar ajudando a população, para garantir a segurança do presidente.

A postura, contudo, foi criticada pelo candidato à Presidência pelo Partido Republicano, Donald Trump, que visitou as regiões afetadas junto de seu vice, Mike Pence, nesta sexta-feira (19/08). Na visita, Trump disse que queria ajudar e que poderia realizar uma doação para auxiliar os prejudicados.

Fonte: Opera Mundi.

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