Desastres naturais custaram US$ 71 bilhões na primeira metade de 2016

"...e grandes sinais do céu." Lucas 21:11

18 de agosto de 2016.

Dos terremotos no Japão aos incêndios florestais no Canadá, os desastres naturais custaram à economia mundial US$ 71 bilhões na primeira metade do ano, informou nesta quinta-feira (18) a seguradora Swiss Re.

Isso representa 38% de aumento em relação ao mesmo período do ano passado, explicou a segunda maior seguradora do mundo, que afirmou que somente US$ 3 bilhões podem ser atribuídos a catástrofes causadas pelo ser humano.

O custo humano dos desastres mundiais foi por outro lado inferior: cerca de 6.000 pessoas morreram na primeira metade de 2016, comparado com as 12.000 do mesmo período do ano passado.

O setor de seguros cobriu 44% das perdas, ou seja US$ 31 bilhões, 51% a mais do que no ano passado.

As tempestades nos Estados Unidos e Europa representaram os desastres mais caros para as seguradoras entre janeiro e junho, explicou Swiss Re. Três fenômenos meteorológicos nos Estados Unidos custaram às seguradoras US$ 7 bilhões, e na Europa as inundações de maio e junho custaram US$ 2,8 bilhões, explicou a Swiss Re.

O terremoto de 16 de abril no Equador, de magnitude 7.3, que matou 668 pessoas, representou um gasto de apenas US$ 400 milhões para as companhias, por causa do baixo percentual de assegurados no país.

Fonte: AFP.

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