Coreia do Norte pede ajuda alimentícia à ONU

“...e haverá fomes,” Mateus 24:7

04 de março de 2019.

 

Enquanto os presidentes da Coreia do Norte e dos Estados Unidos se encontraram pela segunda vez semana passada, no Vietnã, para tratar sobre o desarmamento nuclear, a população da Coreia do Norte continua a passar por abusos de direitos humanos e aumento na escassez de alimento. Mas assim como no primeiro encontro entre os dois líderes, as condições que fazem com que a Coreia do Norte seja o pior país do mundo para os cristãos não está na pauta de discussões.

Um relatório do Ministério da Unificação de Seul diz que em 2018, 1.137 norte-coreanos chegaram à Coreia do Sul, quase o mesmo número que em 2017. O relatório não inclui o número de pessoas que tentaram fugir, mas não conseguiram chegar ao destino final. No entanto, revela que um número crescente de fugitivos é do sexo feminino.

Ano passado, 85% dos que fugiram eram mulheres. O analista da Portas Abertas, Thomas Muller diz que “isso reflete que geralmente as mulheres têm mais liberdade de movimento, pois não têm que comparecer todos os dias a um dado local de trabalho”. Ele afirma que “mais preocupantes para o regime são as deserções de figuras importantes dos últimos meses, como um soldado que cruzou a fronteira fortemente militarizada com a Coreia do Norte e a ainda não confirmada deserção do embaixador em exercício para a Itália, junto com sua família”.

Rações diárias podem ser cortadas

Na semana anterior à segunda cúpula entre os presidentes norte-coreano e americano, a Coreia do Norte apelou por ajuda alimentícia à Organização das Nações Unidas (ONU). O jornal The Guardianinformou que o pedido dizia que “secas e inundações levaram a uma pobre colheita, piorando o impacto das sanções da ONU”. O país enfrenta sanções desde 2006, pois a comunidade internacional tem tentado impedir Pyongyang de desenvolver ainda mais seu arsenal de armas nucleares.

Em um memorando não datado, o regime disse que era necessária uma resposta urgente, senão teria que cortar as rações diárias a partir de janeiro. A Coreia do Norte tem tentado achar meio de sobreviver às sanções. E faz isso em grande parte se infiltrando em igrejas chinesas e sul-coreanas na China, como informou o site de notícias com sede na Coreia do Sul, Daily NK. “Para os agentes norte-coreanos, o melhor lugar para obter informações sobre a Coreia do Sul ou começar um negócio com sul-coreanos são igrejas frequentadas por empresários da Coreia do Sul”, afirma o site.

Fonte: Portas Abertas

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