O Deus de Israel ou da Igreja? A farsa do Anticristo

#500AnosDaReforma – Antissionismo não é, não foi, nunca será: Antissemitismo. Judeus, hebreus, sionistas, semitas, israelenses e israelitas. Quem são?

Os judeus foram feitos depositários da sagrada verdade; o farisaísmo, porém, os tornara os mais exclusivistas, os mais fanáticos de toda a raça humana. Tudo que dizia respeito aos sacerdotes e aos príncipes — seu vestuário, seus costumes, suas cerimônias, e tradições — tudo os tornava inaptos para ser a luz do mundo. Consideravam-se, a nação judaica, como sendo o mundo. Mas Cristo comissionou Seus discípulos a proclamarem uma Fé e um Culto que nada encerravam de segregação ou nacionalismo; uma Fé que se adaptaria a todos os povos, todas as nações, todas as classes de homens. DTN 578.4

…”Há um só Corpo e um só Espírito, da mesma forma que a Esperança para a qual fostes chamados é uma só; há um só Senhor, uma só Fé, um só Batismo, um só Deus e Pai de todos, que é sobre todos, por meio de todos e em todos”…

Antes de deixar os discípulos, Cristo declarou positivamente a natureza de Seu Reino. Trouxe-lhes à memória o que lhes disse anteriormente a respeito do mesmo. Disse-lhes não ser desígnio Seu estabelecer no mundo um reino temporal, mas sim espiritual. Não havia de governar como rei terrestre no trono de Davi. De novo lhes abriu as Escrituras, mostrando que tudo por que Ele passara fora ordenado no Céu, nos conselhos entre Seu Pai e e Ele próprio. Tudo fora predito por homens inspirados pelo Espírito Santo. Disse-lhes: Vedes que tudo quanto vos revelei acerca de Minha rejeição como o Messias, veio a cumprir-se. Verificou-se tudo quanto disse a respeito da humilhação que Eu devia suportar e da morte de que devia morrer. Ao terceiro dia, ressuscitei. Examinai mais diligentemente as Escrituras e vereis que, em todas essas coisas, se cumpriram as especificações da profecia a Meu respeito. DTN 578.5

…”E a cada um de nós foi concedida a graça, conforme a medida repartida por Cristo. Por isso, é que foi declarado: “Quando Ele subia em triunfo às alturas, levou cativos muitos prisioneiros e distribuiu dons aos homens”… Efésios 4:4-8

O filhos do Eterno Deus e os “filhos” de Abraão: Os fariseus haviam declarado serem filhos de Abraão. Jesus lhes disse que essa pretensão só podia ser assegurada mediante a prática das obras de Abraão.

Os verdadeiros filhos de Abraão viveram, como ele próprio vivera, uma vida de obediência a Deus.

Não buscariam matar Aquele que estava falando a verdade que Lhe fora dada por Deus.

Conspirando contra Cristo, os rabis não estavam fazendo as obras de Abraão. Não tinha nenhum valor a simples descendência natural de Abraão.

Sem ter com ele ligação espiritual, a qual se manifestaria em possuir o mesmo espírito, e fazer as mesmas obras, não eram seus filhos.

Este princípio se relaciona com igual peso a uma questão longamente agitada no mundo cristão — a da sucessão apostólica.

A descendência de Abraão demonstrava-se não por nome e linhagem, mas pela semelhança de caráter.

Assim a sucessão apostólica não se baseia na transmissão de autoridade eclesiástica, mas nas relações espirituais.

Uma vida influenciada pelo espírito dos Apóstolos, a crença e ensino da verdade por eles ensinada, eis a verdadeira prova da sucessão apostólica.

Isto é que constitui os homens sucessores dos primeiros mestres do Evangelho. Jesus negou que os judeus fossem filhos de Abraão. Disse: “Vós fazeis as obras de vosso pai.” Em zombaria, responderam: “Nós não somos nascidos de prostituição; temos um Pai, que é Deus”. João 8:41.

Estas palavras, em alusão às circunstâncias de Seu nascimento, foram atiradas como uma estocada contra Cristo, em presença dos que começavam a nEle crer.

Jesus não deu ouvidos à baixa insinuação, mas disse: “Se Deus fosse o vosso Pai, certamente Me amaríeis, pois que Eu saí, e vim de Deus”. João 8:42.

As obras deles testificavam de suas relações com aquele que era mentiroso e assassino.

“Vós tendes por pai ao diabo”, disse Jesus, “e quereis satisfazer os desejos de vosso pai: ele foi homicida desde o princípio, não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. […] Mas porque Eu vos digo a verdade, não Me credes”. João 8:44-46. O fato de Jesus falar a verdade, e isso com convicção, era motivo de não ser recebido pelos chefes judeus.

Era a verdade que escandalizava esses homens cheios de justiça própria.

A verdade expunha a falácia do erro; condenava-lhes o ensino e a prática, e era mal-recebida.

Preferiam fechar os olhos à verdade a humilhar-se e confessar que tinham estado em erro. Não amavam a verdade. Não a desejavam, embora fosse a verdade.

“Quem dentre vós Me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?” João 8:46.

Dia a dia, durante três anos, os inimigos de Cristo O haviam seguido, tentando encontrar uma mancha em Seu caráter.

Satanás e toda a confederação do mal, O tinham procurado vencer; mas coisa alguma nEle acharam de que se pudessem aproveitar.

Os próprios demônios eram forçados a confessar: “Bem sei quem és: o Santo de Deus”. Marcos 1:24.

Jesus vivia a lei aos olhos do Céu, dos mundos não caídos e dos homens pecadores.

Diante dos anjos, dos homens e dos demônios, havia Ele proferido, sem ser contestado, palavras que, partidas de quaisquer outros lábios, teriam sido uma blasfêmia: “Eu faço sempre o que Lhe agrada.”

O fato de, embora não podendo encontrar pecado em Cristo, os judeus O rejeitarem, provava que eles próprios não tinham nenhuma ligação com Deus.

Não reconheciam Sua voz na mensagem de Seu Filho. Pensavam estar julgando a Jesus; rejeitando-O, porém, estavam-se condenando.

“Quem é de Deus”, disse Jesus, “escuta as palavras de Deus; por isso vós não escutais, porque não sois de Deus”. João 8:47.

… Os judeus sempre souberam ao longo da história, e principalmente os sionistas que se dizem judeus e não são, que se os cristãos soubessem o que contém a respeito deles e de Cristo no Talmud(lei oral), os deixariam muito enfurecidos… O Talmud(lei oral) por ser escrito em hebraico dificulta os cristãos do mundo todo a terem acesso ao seu conteúdo…Que é tão blasfemador e Anticristo quanto o Alcorão dos muçulmanos! Em relação ao que falam e pensam do filho Unigênito de Deus, O Senhor Jesus Cristo, é muito pior que o Alcorão!

A verdade sobre o Talmud (Lei Oral): Uma exposição documentada da literatura supremacista de ódio…O Talmud (Lei Oral) anula a Bíblia Sagrada.

Introdução: O Talmud é o livro mais sagrado do Judaísmo sionista (na realidade uma coleção de livros). Sua autoridade toma precedência sobre o Antigo Testamento no Judaísmo. Evidência disso pode ser encontrada no próprio TalmudErubin 21b (Edição Soncino): “Meu filho, seja mais cuidadoso na observância dos Escribas do que nas palavras da Torah (Antigo Testamento).”

A supremacia do Talmud sobre a Bíblia no Estado israelense pode também ser vista no caso dos judeus etíopes negros. Etíopes são versados no Antigo Testamento. Porém, sua religião é tão antiga que pré-data os Escribas do Talmud, dos quais os etíopes não têm conhecimento. De acordo com o N.Y. Times de Set. 29, 1992, p.4:

“O problema é que a tradição etíope judaica vai não mais que a Bíblia ou a Torah; o mais tardio Talmud e outros comentários que formam a base das modernas tradições nunca vieram o suficiente.”

Porque eles não são comerciantes na tradição Talmúdica, os judeus negros etíopes são discriminados e foram proibidos pelos sionistas a dirigir casamentos, funerais e outros serviços no Estado Israelense.

Rabi Joseph D. Soloveitchik é respeitado como um dos mais influentes rabis do século XX, o “líder que não traz desafio” do Judaísmo Ortodoxo e a autoridade internacional em halakha (lei religiosa Judaica). Soloveitchik foi responsável pela instrução e ordenação de mais de 2000 rabis, “uma geração inteira” de lideranças judaicas.

O repórter de religião, Ari Goldman, do N.Y. Times, descreveu a base da autoridade do rabi:

“Soloveitchik veio de um longa linha de distinguidos estudiosos Talmúdicos…Até o começo do século XX, ele se devotou quase exclusivamente ao estudo do Talmud…Ele veio do Seminário Teológico Elchanan da Universidade de Yeshiva University, onde permaneceu como proeminente professor de Talmud…Ele sustentou o título de Leib Merkin professor de Talmud…sentando com seus pés cruzados em frente à mesa sustentando um volume aberto do Talmud.” (N.Y. Times, 10 de Abril de 1993, p. 38).

Em parte alguma Goldman refere-se ao conhecimento de Soloveitchik da Bíblia como a base para ser uma das principais autoridades na lei judaica.

As credenciais do rabi estão todas estabelecidas sobre sua maestria no Talmud. Outros estudos são claramente secundários. O britânico Jewish Chronicle de 26 de Março de 1993 declara que na escola religiosa (yeshiva), os judeus são “dedicados ao Talmud com a exclusão de qualquer coisa mais.” 

FONTES: FONTE: Ha’aretz “, jornal de Israel Liderando Daily”, Shevat 25, 5760 (1º de Fevereiro de 2000). Copyright ©2000 by Michael A. Hoffman II and Alan R. Critchley All Rights Reserved Independent History & Research, Box 849, Coeur d’Alene, Idaho 83816

 

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