Perseguição cristã: qual a melhor saída?

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

19 de novembro de 2017.

 

Já parou para observar como o cristianismo é atacado por todos os lados? Sim! Você acha que tem liberdade religiosa porque pode postar vídeos no YouTube sobre sua fé, ou escrever em um blog como esse? Dê uma olhada no que a imprensa fala sobre os cristãos! Artistas exploram figuras importantes como a que destaquei dias atrás( o quadro intitulado "Cruzando Jesus Cristo com Deusa Shiva" ) e exigem sua liberdade de expressão e artística, não importando se isso fere a fé de alguém... O que falar então do ataque midiático aos psicólogos de Brasília que entraram com uma ação e o juiz que liberou a  "terapia de reversão sexual"? Logo isso se virou contra os "fanáticos religiosos" (acho que somos nós, né?! kkkk).

Fico imaginando se isso não seria uma forma de perseguição! Não estamos sendo queimados em praça pública (aqui no Brasil), ou crucificados de cabeça para baixo. Não creio que possamos ficar tranquilos, ainda assim. Essa perseguição velada, sutil, que parece não incomodar a maioria de nós, na verdade me preocupa. Preocupa porque a ideologia liberal que vem "do mundo" e afronta nossa ideologia de fé tem a intenção não apenas de confrontar, mas também de impor e se tornar a regra. 

É o que acontece hoje com a ideologia de gênero. Espero escrever (em breve) um texto com minha opinião sobre esse tema, mas já adianto que minha atenção se volta para um ponto: sou obrigada a acreditar e aceitar uma opinião diferente da minha? Devo aceitar que essa imposição interfira na educação dos meus filhos?

Mas então chego a um ponto crucial: porque os cristãos não se movimentam contra nada disso?

Por que ficamos caladinhos, fingindo que não entendemos nada? Agindo como se isso não nos atingisse porque ainda podemos colocar a bíblia debaixo do braço e ir para a igreja domingo à noite? Por que somos passivos?

Sabe o que isso me lembra? JESUS não era passivo. Lembra de Jesus reagindo ao comércio na porta do Templo? Ele ficou muito incomodado com aquilo e reagiu destruindo tudo, literalmente "chutando o pau da barraca"! kkk Então o que vemos hoje? Vemos gente cristã acomodada, não enxergando no que isso vai dar, no quanto isso pode comprometer a forma como nossos filhos, (netos, bisnetos,...) irão manifestar sua fé. 

Nunca seremos defensores de nenhuma forma de preconceito, de ataque à liberdade que outras pessoas possuem. Não disseminamos o ódio, mas sim o amor. No entanto, para manifestar nosso amor, precisamos continuar sendo genuinamente cristãos, pessoas que possam seguir livremente acreditando em um livro sagrado, em um Deus amoroso que se relaciona com seus filhos amados. Queremos ter nossos símbolos sendo preservados de ataques. Queremos ter nossa liberdade de expressão. Precisamos lutar para os direitos que hoje temos. Pois com o silêncio absoluto, com a imobilidade e apatia, nosso espaço será lenta e gradativamente tomado.

Fonte: Blog Fernanda Mendonça

Comentários

Sandra Saraiva em 22/11/2017 12:04:56
Continuando, estamos longe do padrão da Igreja de Atos que caía na graça do povo e não na língua do povo. Os políticos evangélicos, a maioria deles pastores, têm envergonhado o evangelho com sua corrupção e não têm contribuído para o bem do pobre, do órfão, viúvas, dos excluídos e estrangeiros! Essa "perseguição" no Brasil é gerada pela incoerência entre o que se fala e o que se vive!
Sandra Saraiva em 22/11/2017 11:55:54
Sinceramente vejo que estamos vivendo dias no Brasil de uma religiosidade evangélica sem a vida real e verdadeira de Cristo! Desde que o mundo é mundo sempre houve manifestações artísticas pagãs e estílos pecaminosos de vida. Jesus nos chamou para sermos sal da terra e luz do mundo não nos isolando dele. Jesus comia com pecadores sem apontar-lhes o dedo no nariz, mas acolhia a todos com amor! Hoje o que vemos é uma igreja evangélica que quer viver privilégios sem preocupar-se com os necessitados. O padrão da Igreja de Atos dos Apóstulos que caia na graça do povo (e não na língua do povo) está muoto longe

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